Resenha sobre os Lençóis Maranhenses- de 19/03/2018 a 23/03/2018

capaSegue aqui no Boxixo mais uma resenha, desta vez da viagem que fiz aos Lençóis Maranhenses entre os dias 19 e 23/03/2018. Como sempre, o texto está organizado por tópicos: organização, hospedagem, passeios e infra-estrutura.

Sem mais delongas, vamos ao que interessa!

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Organização

A ideia de ir para os Lençóis veio de recentes viagens que fiz a trabalho a São Luiz do Maranhão, pois o pessoal com quem trabalho já conhece a região há muitos anos, fizeram o passeio e recomendaram positivamente. Ainda assim, antes de mais nada pesquisei o local e vi que existe uma época recomendada para viajar para lá, que é entre Abril e Setembro, após a temporada de chuvas (Janeiro a Março) e antes da temporada de seca (Outubro a Dezembro). Segundo consta, na temporada de chuvas os lençóis ainda não se encheram completamente, e na de seca a possibilidade de não haver nenhum lençol visível (exceto os dois perenes) é grande e a experiência pode ser prejudicada. O mês recomendado é Agosto, porém entre Junho e Setembro os valores por lá costumam ser bem maiores que em outras épocas, e por isso preferi ir agora em Março.

Como sempre faço, pedi uma semana de férias com 3 meses de antecedência e já adquiri as passagens pela Gol, já que tem bons horários e os melhores preços. Depois corri atrás de alguma agência que fizesse os melhores passeios e fechei com a EcoDunas, roteiro de 3 dias, que me pareceu mais honesta e completa na pesquisa que fiz. Vendo agora novamente o roteiro na página, realmente seguiu à risca, tanto que não vou nem entrar em detalhes. A única questão a se comentar aqui é que eles dão duas opções de hospedagem, “confortáveis” e “econômicas”, e se você quer uma dica, escolha a “econômica”. Eu escolhi a “confortáveis” e confesso que joguei dinheiro fora, porque pouco fiquei nos hotéis que eles definiram e realmente não compensa o investimento, pois o foco é o passeio. Mais sobre os hotéis adiante.

Preferi também pegar um hotel em São Luiz tanto na ida quanto na volta, porque o translado de ida e volta a Barreirinhas, que é uma das cidades-base dos Lençóis, saía cedo (07:30 na ida) e voltava tarde (21:00), o que foi a sorte, porque na volta furou um pneu da van, o que atrasou minha chegada para as 23:00. Não deixe os horários muito apertados, porque imprevistos podem acontecer (isso vale para qualquer viagem).

Quanto ao pagamento, fiz tudo com a agência e consegui um desconto de 5% sobre o total, com adiantamento de 40% 30 dias antes da viagem e o restante em 3x pagos direto na agência em Barreirinhas. Há quem diga que reservando os hotéis de forma separada e deixando os translados e passeios para agendar na hora direto no hotel fica ainda mais barato, ainda mais nessa época que não tem tanto movimento, mas isso não posso afirmar.

Preciso deixar uma recomendação extra da EcoDunas quanto aos horários dos translados, sempre pontualíssimos e muito bem atendidos. Claro que imprevistos podem acontecer (como no caso do pneu furado da van na volta), mas no geral foi tudo muito bem organizado.

Hospedagem

Como disse ali em cima, escolhi a opção de pousadas confortáveis, então os hotéis definidos foram o Luzeiros em São Luiz e o Buriti em Barreirinhas. Mais uma vez, mal fiquei nos hotéis, não há tempo para quase nada senão tomar banho e dormir, então no meu caso tanto fez se o hotel tinha piscina ou não, ou uma vista maravilhosa ou não. Ainda assim, a questão aqui é analisar a hospedagem que utilizei, então vamos lá:

Hotel Luzeiros

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Eu já conhecia esse hotel devido a outras estadias a trabalho, então posso dizer que a estrutura é fantástica (há quem diga que é o melhor hotel de São Luiz). No meu caso, nesta viagem, cheguei às 17:00 de 19/03, deu tempo de curtir um pouco a cidade (uma ida ao Mestre Cervejeiro), e pela manhã curti o café da manhã, que é bem variado, e depois o checkout (a diária já estava paga), com o translado aparecendo pontualmente às 07:30.

Na estadia da volta, após o contratempo do pneu furado da van, que atrasou o retorno em mais de 1 hora, não deu tempo de fazer muita coisa senão ir direto ao quarto e dormir… como o vôo era às 06:00 de sexta, o translado apareceu às 04:30, então nem café deu tempo de tomar dessa vez…

Hotel e Pousada Buriti

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Chegando às 11:30 e com passeio marcado já para as 14:00, o jeito foi almoçar pelo hotel mesmo, e não me arrependi: cardápio relativamente variado, local confortável e agilidade (apesar de que o hotel estava bem vazio). O quarto que fiquei também estava muito bem arrumado, limpo e muito quente após ligar o ar condicionado no 17 ficou bem confortável. Tem um frigobar na sala que funciona muito bem, ele sempre está vazio mas você pode trazer o que quiser da rua ou pedir para o hotel. Vale informar que a cama é bem confortável e o banheiro tem tudo que precisa (com chuveiro elétrico).

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A pousada possui piscina e wifi em toda a área, porém não cheguei nem a pisar na água, e o wifi é péssimo dentro dos quartos (na área da piscina e no restaurante funciona melhor, mas se for o caso vá na recepção que lá é garantido). O sinal de 4G da TIM por lá também não é grandes coisas (não sei de outras operadoras).

O café da manha no primeiro dia foi à la carte porque, como já comentei, a pousada estava bem vazia, mas atendeu bem. No segundo dia era café normal (buffet), que incluía tapioca feita na hora.

No último dia o passeio era para Caburé com retorno às 15:30 (mais sobre isso mais adiante), mas o horário do checkout do hotel é às 12:00, por isso “estourei” o horário e questionei na recepção o fato de colocarem no último dia um passeio que ultrapassa o horário de checkout, mas me permitiram ficar até às 16:30 sem custo adicional.

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Conforme foi possível observar, mal parei nos hotéis, por isso a opção por pousadas econômicas pode ser interessante (a não ser que você esteja em turma e/ou não abra mão de hotel com piscina).

Passeios

Como já disse, escolhi a EcoDunas na opção de 3 dias, com o seguinte roteiro:

– Translado Aeroporto – Hotel Luzeiros (19/03);
– Translado Hotel Luzeiros – Barreirinhas (20/03);
– Passeio ao Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses para a região da lagoa Bonita (até o pôr-do-sol) (tarde de 20/03);
– Passeio de flutuação com bóias no rio Formiga (manhã de 21/03);
– Passeio ao Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses para a região da lagoa Azul (até o pôr-do-sol) (tarde de 21/03);
– Passeio em lancha voadeira pelo rio Preguiças, visitando os povoados de Vassouras (dunas), Mandacaru (farol da marinha) e Caburé (praia) (manhã/tarde de 22/03);
– Translado Barreirinhas – Hotel Luzeiros (22/03);
– Translado Hotel Luzeiros – Aeroporto (23/03).

Vamos aos fatos:

Translado São Luiz – Barreirinhas (ida e volta)

O translado foi feito por meio de vans confortáveis com capacidade para umas 10 pessoas, que não foram muito cheias. O trajeto demora umas 4 horas, com uma parada para lanche no caminho na região de Morros. Mais um ponto positivo aqui quanto à pontualidade da equipe. As estradas estão em geral em bom estado, exceto perto de Barreirinhas, em regiões mais povoadas, que alguns trechos estão bem esburacados, principalmente na ida.

Lagoa Bonita

Preciso dizer aqui que chegar ao Parque Nacional é uma experiência à parte, porque você vai de caminhonete 4×4 (normalmente Hilux com espaço traseiro aberto para 10 pessoas) até a balsa para cruzar o rio Preguiças, passa a balsa e depois é mais 1 hora de solavancos, areial, pontes, trilhas e poças de barro e água até chegar lá.

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Uma vez no parque, são horas de caminhada na areia que parece um deserto, mas com areia fria e diversas lagoas no caminho (dependendo da época do ano elas podem estar mais cheias ou mais vazias, no meu caso, segundo os guias, estavam “mais ou menos”, mas acho que dei sorte, porque já havia chovido bastante nos meses anteriores). É interessante entrar nas lagoas, que são de água doce quentinha devido aos lençóis freáticos que passam por baixo da região (daí o nome Lençóis Maranhenses). Depois de explorar a região, o guia leva até a Lagoa Bonita perto do pôr-do-sol, que ocorre lá pelas 18:00, e se você der sorte vai ver o sol se pondo na linha do horizonte nas dunas, dependendo do clima. Depois tem uma descida por uma duna com uma altura de mais ou menos 70 metros até a base onde estão os carros aguardando para a volta (tem uma corda para ajudar pessoas com problemas com altura, etc).

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DICAS:

– Nunca, jamais, coma nada pesado antes de um passeio desses. Vai por mim.
– Leve no mínimo 2 garrafinhas de água para tomar no passeio. Faz muito calor, e nas dunas não há lugar para se proteger do sol. Na ida os motoristas param em um mercadinho, mas no local em que se aguarda a balsa também há uma vendinha onde tem um tiozinho vendendo água e outros produtos a preços mais baixos que no hotel. Nas dunas não há nenhum tipo de comércio. Ah, não é permitido levar bebidas alcoólicas de nenhum tipo.
– Falando em sol, não precisa nem dizer para passar muito protetor solar. Não economize!
– Aproveite para levar uma bolsa ou mochila com uma toalha, roupa de banho, alguma bolsa térmica para guardar a água e outros acessórios que julgar pertinente, mas nada muito pesado.
– No final do passeio há no ponto de apoio um quiosque vendendo tapiocas, café e outros lanches e produtos.
– Os guias falam insistentemente sobre isso, mas não custa avisar aqui: em alguns trechos a trilha fica estreita com muita vegetação dos dois lados, então cuidado para não se arranhar se você estiver em uma das pontas do lado de fora da pickup, porque a possibilidade é grande, ainda mais dependendo do pé do motorista…

Flutuação no rio Formiga

É quase 1 hora de translado de caminhonete da cidade até o local do início do passeio. Se você espera algo com muita adrenalina e emoção, vou ter que decepciona-lo. A flutuação é bem tranquila, bem relax mesmo, feita sobre bóias estilo câmara de caminhão, então é só deitar nas boias e curtir o passeio, que demora mais ou menos 1 hora. Há uma guia que acompanha o pessoal durante todo o percurso e não deixa enroscar (muito) nas curvas do rio. No final há um ponto de apoio que vende petiscos, bebidas e até almoço (caso queira almoçar lá você deve pedir na chegada para ficar pronto quando voltar).

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DICAS:

– Na ida o carro também balança muito, porque apesar de não haver trilhas de areia a estrada é de saibro e em certas partes está bem danificada.
– Durante o passeio talvez você se afaste um pouco do grupo dependendo da correnteza, então cuidado para não “sair pela tangente” e acabar no meio do mato (ouvi da guia casos raros em que caíram aranhas e cobras sobre alguns turistas que passaram por baixo de algumas partes com mato e árvores).
– Provavelmente você vai usar muito os braços para se manter na correnteza, e por isso é quase impossível tirar fotos ou filmar. Se quiser registrar o passeio, é praticamente obrigatório usar capas protetoras em seu equipamento e usar de preferência aqueles que você fixa na cabeça, tipo GoPro (daí a falta de fotos minhas durante o passeio).
– Há dois pontos de interesse no passeio, que é quando o rio passa por baixo de duas pontes, onde você tem que “mirar” para passar entre as colunas das pontes e se abaixar quando chega perto.
– Pelo que eu percebi, em boa parte do trajeto o rio é raso, mas em alguns lugares pode ser relativamente fundo (não que isso faça diferença, afinal você está sobre uma boia e o risco de cair é mínimo). A água é quase da temperatura dos lençóis, ou seja, temperatura ambiente.

Lagoa Azul

Aqui valem quase os mesmos descritivos e dicas que na lagoa Bonita, já que as lagoas são bem parecidas e o local é próximo do outro passeio. A diferença é que a trilha para chegar lá e voltar pode ser diferente dependendo da época do ano, porque alguns trechos alagam tornando impossível passar por lá e obrigando desviar por uma trilha mais longa, e ainda assim bem mais encharcada que a da lagoa Bonita.

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Depois de visitar as lagoas da região, para nosso azar o tempo estava meio nublado próximo das 17:00 e o pôr-do-sol estava comprometido, então resolvemos antecipar a partida para as 17:30. Aqui não tem duna de 70 metros, os carros ficam em uma região próxima ao último ponto, de fácil acesso, porém também sem ponto de apoio. Daqui dá para ver o parque eólico de Caburé e o Farol de Preguiças, vou falar sobre eles mais adiante.

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Passeio em lancha voadeira pelo rio Preguiças

Este foi o passeio mais longo, saindo do centro de Barreirinhas às 08:30, onde tem um “porto” de lanchas à beira do rio; passando pelo povoado de Vassouras, onde ficam as “pequenas dunas” e podem ser avistados macacos; Mandacaru, onde fica o farol da Marinha; e Caburé, ponto final onde você deve pedir o almoço, passear pela região e aguardar até a volta às 14:30.

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O passeio de voadeira é bem tranquilo, a lancha é para umas 10 pessoas e não passa de 30Km/h nas partes mais abertas, mas ainda assim em alguns trechos ela pulou um pouco no rio. O que incomoda um pouco é o sol, principalmente na volta, então passe bastante protetor. Ela leva cerca de 40 minutos para chegar em Vassousas, mais 15 para Mandacaru e pouco mais de 5 para atravessar o rio para Caburé.

DICAS:

– Em Vassouras há uma parada de meia hora, onde há um grande quiosque que serve bebidas e petiscos, bem como artesanato. Na mata, eventualmente, existem macacos que são atraídos pelos turistas e que são uma das atrações do local (atualmente é proibido alimenta-los, mas normalmente alguém sempre leva umas frutas para atrair os bichos). Cuidado com câmeras, celulares, brincos, chapéus e outros objetos que estejam expostos, porque eles têm o (péssimo) hábito de roubar essas coisas dos turistas. No dia em que eu fui haviam apenas 2, mas já li em outros sites relatos de que haviam dezenas.

– Em Vassouras também tem dunas e lagoas, de lá tem como ver o parque eólico que fica um pouco mais à frente, então aproveite o tempo para dar uma passeada (mas cuidado com o sol e com o horário).

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– Em Mandacaru é liberado 15 minutos para ir ao Farol de Preguiças e voltar (opcional e gratuito). Prepare-se para uma subida de claustrofóbicos 160 degraus, com plataformas para descanso no decorrer do caminho, mas a vista lá de cima compensa (dá para ver as dunas da lagoa Azul daqui, exatamente o oposto do outro lado).
– No caminho para o farol há uma comunidade vendendo bebidas e artesanato, gostei muito da réplica em miniatura do farol, que levei para casa por módicos 22,00.

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– Em Caburé não tem muito o que fazer, exceto mergulhar no mar, almoçar e descansar, mas uma atividade que considero praticamente obrigatória para quem gosta de um pouco mais de “emoção” é pilotar os quadriciclos que você mesmo guia por meia hora por apenas 50,00! Os veículos são bem simples de pilotar, pois parece uma moto, mas eu mesmo nunca tinha pilotado uma moto antes e achei super fácil, não tem o problema de ter que se equilibrar, pegam até uns 60km/h, a vista é fantástica e você fica livre para ir onde quiser! Só não pode passar na água, e cuidado com o tempo (é cobrado 2,00 a mais por minuto extra) e com a sua localização, pois não é tão fácil quanto parece achar o local de partida kkk
– Falando em almoço, são poucos restaurantes na região, mas você não é obrigado a almoçar no que o piloteiro indica, e você deve fazer o pedido já na chegada para dar tempo de preparar. Acabei almoçando no que o piloteiro indicou, achei os valores muito justos (50% pela meia porção, já que estava sozinho) e muito saboroso.

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Infra-estrutura

Quanto à cidade de Barreirinhas, confesso que achei que ia ser mais “perrengue”, mas pelo contrário, tem muita estrutura, pelo menos na região do hotel que fiquei, que é praticamente no centro. Tem tudo o que precisa: farmácias, mercados (precisei comprar um inseticida e achei mais barato que aqui em Curitiba), agências bancárias e vários restaurantes na orla principal do Preguiças, com diversas opções de pratos e bebidas. Uma menção honrosa ao shawarma e ao wok do Jacaré, que foram mais que refeições!

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DICAS:

– Se puder, deixe para comprar coisas pequenas nos mercadinhos que tem na cidade, principalmente bebidas, achei bem mais barato que no hotel.
– Mais uma vez, recomendo fortemente o Jacaré para fazer suas refeições enquanto estiver por lá, achei melhor que o restaurante do hotel, com mais opções, preços justos e uma vista sensacional.
– Nos dias em que fiquei lá choveu apenas no último, e apenas de manhã (bem quando estávamos na lancha indo para Vassouras), mas recomendo levar alguma bolsa plástica grande com fecho para colocar sua mochila, pois caso chova no caminho, principalmente nas trilhas, você não vai querer molhar tudo que tem dentro, e acredite em mim, quando chove lá, chove MESMO, com vontade.
– Pelo mesmo motivo das chuvas, sempre vá de roupa de banho por baixo, porque caso chova na trilha você vai se molhar MUITO em cima da pickup, e se chover nas dunas pior ainda, porque não tem onde se abrigar.

Enfim, chegamos ao final de mais uma resenha aqui no Boxixo! Deixe seu comentário, dúvidas e perguntas no espaço abaixo, e não esqueça de curtir o Boxixo no Facebook!

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