Pesca Estática em Garuva – SC (revisited)

Pesca Estática… e eis que mais uma vez o programa Pesca Estática volta a Garuva – SC, para a Pousada do Nereu, na tentativa de mais uma vez encher o barco com robalos e outros peixes de fundo. Os relatos da primeira ida podem ser verificados neste outro post.

De novo, fizemos um “bate e volta”, ou seja, saímos domingo cedo de Curitiba (OK, nem tão cedo assim desta vez) chegamos ao local às 08:00, com a saída para a pescaria um pouco depois, já com a tralha pronta (anzol e chumbada grandes com camarão vivo de isca). Desta vez estiveram presentes apenas eu, o Thiago e o Thiago Chupacabra Vaz, outro amigo de pescaria da galera e antigo amigo de adolescência.

Thiago & Thiago

Thiago & Thiago no trapiche da pousada

Gabera aguardando a hora do embarque

Só aguardando a hora do embarque…

Depois de um certo tempo, o Thiago insistiu para tirar foto com esse girino, que foi o primeiro do dia e foi devolvido à água em seguida:

Primeiro girino

Primeiro “peixe” do dia

Após mais alguns girinos fisgados e devolvidos, o Thiago Vaz conseguiu a primeira proeza do dia: tirar um caranguejo:

Caranguejo

Depois ele se redimiu e tirou o primeiro robalo, fora da medida mas que foi pra foto também:

Robalo Thiago

Lá pelas tantas a galera resolveu ir mais para baixo no rio, antes de chegar na vila, e pescar na rodada.

Procurando os robalos

Procurando os robalos

Enquanto isso, é claro que não pode faltar aquela cervejinha básica:

Não pode faltar uma boa cerveja

Não pode faltar uma boa cerveja

O visual do lugar é fantástico, pois é no pé da serra. Só o passeio já compensa.

Vista da serra

Durante este intervalo, na rodada, o Thiago Vaz conseguiu a maior proeza da pescaria: tirar OUTRO caranguejo, maior que o anterior! O bicho era tão grande que não deu nem tempo de ir para a foto, o cidadão acabou arremessando o bicho do barco antes que levasse uma pinçada.

Depois disso fomos para o canal, onde passa a balsa entre Joinville e Itapoá, onde da outra vez lavamos a égua de pegar robalos e pescadas amarelas. Infelizmente desta vez não demos sorte e não veio nada, então paramos para almoçar.

Na volta, paramos em outro point na rodada, apenas para pegar mais alguns alevinos. Só eu que dei um pouco mais de sorte e peguei o primeiro robalo na medida para levar:

Primeiro robalo na medida

Primeiro robalo na medida

Mais tarde ainda fomos para umas galhadas tentar a sorte na artificial e outras artimanhas. E não é que virou? Aqui que o Thiago tirou na artificial seu primeiro robalo também na medida para levar.

Robalo na medida

Robalo do Thiago, pego na artificial

Até então o piloteiro não tinha pegado absolutamente nada, quando de repente veio um mega puxão na linha e saiu o maior do dia, com mais de 3Kg. Este não foi para a foto porque afinal era do piloteiro, aí não vale. Este foi pego na isca viva, pouco antes de acabarem os camarões.

A correnteza estava forte neste lugar, o que não dava muita chance para arremessos precisos, e como a isca já havia acabado, o jeito foi dar por encerrada a pescaria.

Fechando o dia

Finalizando: desta vez o mar não estava para peixe, literalmente, tanto que até outros pescadores mais experientes, de outros barcos, que foram encontrados na pousada na volta, também estavam com má sorte e pegaram até menos que nós, mas o lugar compensa, sem dúvida.

Desta vez foram gastos R$320,00 o barco para 3 pessoas (fora o piloteiro) e R$100,00 o cento da isca viva (foram levados 150), fora o almoço na vila (que é bom mas um pouco “salgado”), combustível, pedágio, etc. No fim deu uns 200ão por cabeça. Acho que é o lugar mais divertido “não pesque-e-pague” perto de Curitiba, até que me provem o contrário.

As dicas para pescaria na região continuam valendo: use sempre chumbada pesada, vara leve e carretilha ou molinete, tanto faz. Importante mesmo é usar isca VIVA, não use camarão artificial ou camarão morto que não pega nada ou vai pegar só bagre, os grandes robalos e pescadas vêm só na isca viva. Solte a isca perto do barco, espere chegar no fundo e recolha umas 4 ou 5 voltas da linha, assim a isca vai ficar bem perto do fundo, mas não arrastando no chão. Agora é só aguardar o bote! Também tem a opção de pescar na artificial nas beiradas, trabalhando a isca de barbela grande de forma insistente, fazendo-a afundar rapidamente e esperando emergir naturalmente, mas pescar na galhada exige arremessos precisos. Prefira também dias de lua minguante ou crescente, que dizem ser as melhores (da outra vez, em 03/03/2013, era o último dia da cheia, já nesta era no meio da fase nova).

… E CADÊ O BICHO!!?!

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