Pescaria no Guaraguaçu – 18/01/2014

Pesca EstáticaDaes galera!

Faz uns dias que estou para publicar esta resenha, mas por pura preguiça falta de tempo decidi consegui publicar só hoje.

Ocorre que em 18/01 eu e o Thiago fomos ao rio Guaraguaçu, aqui no litoral do Paraná mesmo, arriscar pegar uns robalos na artificial. Esse rio começa na baía da Paranaguá e vai para Pontal do Paraná, próximo à Pontal do Sul, mas um dos braços dele, o mais longo, vai até a PR-407 (aquela ponte que tem no trecho de mão simples quase chegando em Praia de Leste), e é lá que fica a Marina Paraíso, que foi de onde saímos.

Link do Maps com a região toda do Guaraguaçu

Local de entrada para a Marina (a rua à direita), com vista para a placa com o nome do rio e a ponte sobre a PR-407

Nosso guia foi o Adriano, que segundo consta é um dos melhores da região, com mais de 10 anos de experiência. Saímos da marina às 07:00, sempre subindo o rio sentido Paranaguá, e parando eventualmente para ver se rolava alguma ação pela manhã.

Subindo o Guaraguaçu

Subindo o Guaraguaçu pela manhã

Subindo o Guaraguaçu

Dessa vez eu também apareci kkk

Após algumas tentativas sem sucesso meio próximo à marina, o guia resolveu puxar forte o barco e fomos bem mais longe.

Descendo a lenha no Guaraguaçu

Motorzão de 60HP descendo a lenha no Guaraguaçu

Durante a pescaria fez um sol inacreditável, sendo que a previsão era até para chuva, mas dessa vez, felizmente, não caiu nenhum pingo. Em compensação, o calor estava de matar.

Vista para a Serra do Mar

Vista para a Serra do Mar

Enquanto fazíamos as tentativas, o jeito era tomar uma cerva, já que eu era o motorista da rodada e só podia beber pela manhã (a volta estava programada para as 17:00). O Thiago estava liberado.

Tomando uma Polar a bordo

Tomando uma Polar para afastar o calorão

Nessa hora os bichos começaram a ficar mais ativos, sendo que o guia acabou pegando uns poucos exemplares de tamanho inexpressivo. O Thiago também pegou o maior do período da manhã, mas ainda totalmente fora do peso:

Robalo da manhã

Robalinho do Thiago

Mais à tarde, com a maré alta, resolvemos ir até a baía de Paranaguá e tentar a sorte no tal “rio dos Almeida” (acho que era isso), após uma pausa para o almoço.

Baía de Paranaguá

Vista para uns guindastes no Porto de Paranaguá

Depois de feita a travessia desta região, que segundo o guia estava ainda um pouco baixa devido a um banco de areia, fomos no tal rio, onde a ação aumentou um pouco, mas ainda fraco. Segundo informações do guia, a lua cheia faz com que a maré esvazie tarde e encha cedo, e já que os robalos atacam próximo da superfície, o mangue fica pouco tempo baixo, o que resulta em pouco tempo de pescaria. Com isso, foi avisado que a partir das 15:00 a ação ficaria mais prejudicada ainda.

A pesca do robalo com isca artificial é bem diferente da pesca de fundo feita no Palmital, onde fomos em 03 de Março do ano passado, porque nesta pescaria você arremessa a isca quase na areia do mangue, bem raso mesmo, e tem que ficar fazendo movimentos para baixo com a carretilha para que a isca fique um pouco abaixo da superfície e suba rapidamente, mas sempre em movimento. Passado um pouco da beirada no recolhimento lento, pode recolher tudo e arremessar de novo. É comum ver o peixe vir atrás da isca, e é aí que tem que ter paciência e sangue frio, pois a fisgada também não pode ser de soco. Já no palmital, conforme o link acima, a isca tem que ser viva, pescada no fundo e um puxão resolve quando o peixe fisga, sendo uma pescaria muito menos técnica. Na artificial tem também a questão da precisão do arremesso, uma vez que a região ribeirinha é repleta de árvores e galhos, o que pode ocasionar bastante enrosco.

Pouco antes da desistência do grupo, um pouco de insistência fez com que viesse o maior robalo do dia, mas ainda bem abaixo do peso normal. Este foi o guia quem pegou, bem como diversos outros de tamanho inexpressivo.

Maior robalo da pescaria

Maior robalo da pescaria, com o guia Adriano ao fundo

Moral da história: o guia pegou cerca de 10 filhotes e esse da última foto, sendo que o Thiago tirou apenas um da água (5a foto), sem contar um baiacu, e o Gabera nenhum, mas com alguns ataques à isca. Apesar da performance medíocre, aparentemente a pescaria foi prejudicada pela lua, já que os pescadores cabaços de Curitiba ainda não têm experiência com isso (e obviamente o dono da marina não vai falar para não virem em lua ruim). Ainda assim, o lugar parece promissor, tanto que já foi pre-agendada outra data para tentar novamente, desta vez em uma lua crescente ou minguante.

Quanto aos custos, foi R$ 350,00 do barco (que é para 2 pescadores mais o guia), com combustível incluso para o dia todo. Aí que se some combustível do carro, pedágio, lanches e a cerveja.

Neste mesmo dia, o Magoo, JJ, Ricardo e Pedrão foram ao Palmital, na Pousada do Nereu, tentar a sorte, e segundo informações a coisa foi bem fraca por lá também, confirmando que o problema estava na lua.

E CADÊ O BICHO???

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