Resenha sobre os Lençóis Maranhenses- de 19/03/2018 a 23/03/2018

capaSegue aqui no Boxixo mais uma resenha, desta vez da viagem que fiz aos Lençóis Maranhenses entre os dias 19 e 23/03/2018. Como sempre, o texto está organizado por tópicos: organização, hospedagem, passeios e infra-estrutura.

Sem mais delongas, vamos ao que interessa!

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Organização

A ideia de ir para os Lençóis veio de recentes viagens que fiz a trabalho a São Luiz do Maranhão, pois o pessoal com quem trabalho já conhece a região há muitos anos, fizeram o passeio e recomendaram positivamente. Ainda assim, antes de mais nada pesquisei o local e vi que existe uma época recomendada para viajar para lá, que é entre Abril e Setembro, após a temporada de chuvas (Janeiro a Março) e antes da temporada de seca (Outubro a Dezembro). Segundo consta, na temporada de chuvas os lençóis ainda não se encheram completamente, e na de seca a possibilidade de não haver nenhum lençol visível (exceto os dois perenes) é grande e a experiência pode ser prejudicada. O mês recomendado é Agosto, porém entre Junho e Setembro os valores por lá costumam ser bem maiores que em outras épocas, e por isso preferi ir agora em Março.

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Ernest Cline – Jogador Número 1, sem as partes chatas

Jogador Número 1

Faz algum tempo que escrevi um resumo completo do livro acima mencionado, desde a época deste post aqui de 2016, mas devido ao tempo e outros compromissos fui adiando sua divulgação aqui.

Agora, com o lançamento do filme tendo acontecido na semana passada, resolvi colocar aqui para ajudar no entendimento do filme e comparação com a versão original.

Como sempre, o resumo segue a ordem normal do livro, incluindo os nomes dos capítulos, mantendo apenas partes realmente importantes e um detalhe ou outro sobre a trilha sonora ou referências à cultura POP dos anos 80, que são muitas e estão espalhadas no livro todo.

Você pode acessar o resumo clicando aqui ou na imagem que ilustra o post.

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Revistas de eletrônica

Esses dias estava eu revirando meus alfarrábios que restaram do tempo do CEFET (pra quem não sabe, fiz eletrônica nesta instituição entre 1990 e 1994) e achei minhas revistas de eletrônica da época, com diversos projetos que montei e a maioria não funcionou, então lembrei de um transmissor de FM que montei nessa época, esse funcionou bem e inclusive operei a rádio por um tempo, mas não achei o circuito nas revistas, o que significa que, em um tempo em que não existia internet (não da forma como é hoje), eu devo ter emprestado alguma outra revista de alguém que não me lembro quem, copiado o projeto e devolvido.

Então pensei porque compra-lo porque não compra-lo: será que aquelas revistas existem hoje em alguma versão PDF? Ao procurar pelos nomes das revistas (Bê a Bá da Eletrônica, Divirta-se com a Eletrônica, ABC da Eletrônica, Aprendendo e Praticando Eletrônica, etc.), não é que achei um blog que contém nada mais nada menos que TODAS as edições de TODAS essas revistas? Aí eu fui pra galera… só que com tanto material fica impraticável procurar uma por uma pelo circuito, então ainda não achei, mas resolvi fazer esse post para divulgar essa preciosa informação dos meus tempos de adolescente…

Segue abaixo os links dos posts do Blog do Picco referenciando diretamente as edições das revistas. É necessário baixar uma por uma por se tratarem de PDFs separados, com cerca de 15M cada um (média):

Bê a Bá da Eletrônica

ABC da Eletrônica

Aprendendo e Praticando Eletrônica (APE)

Divirta-se com a Eletrônica (DCE)

Existem várias outras revistas no blog do cara (várias mesmo), então divirtam-se!

Revistas de eletrônica

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Mea Culpa

Bom, depois de 3 meses sem nenhum post, queria primeiro desejar um feliz 2018 a todos (como o Natal já passou faz tempo não faz sentido desejar feliz Natal kkk) e dizer que o blog não morreu, mas é aquela história que já comentei por aqui: prefiro ficar sem postar nada do que ficar postando coisas repetidas ou transformar isso aqui em um blog político, já que o que mais tem aparecido em minha timeline no face ultimamente é política…

Enfim, um ótimo 2018 a todos, e que esse seja um ano de reviravoltas nesse país que está feio de ver…

Na sequência já sai o primeiro post de 2018 de verdade 🙂

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Stephen King – Achados e Perdidos, sem as partes chatas

Continuando a sequência da Trilogia Bill Hodges, de Stephen King, segue mais um resumo aqui no Boxixo, e esta é a vez de Achados e Perdidos, o segundo livro da trilogia, que você pode ler clicando aqui. São 352 páginas resumidas em 21, apenas com as partes importantes, como você que já leu outros resumos meus já está acostumado.

Já tenho prontos o resumo do último capítulo, Último Turno, e também o livro Insônia, que serão publicados por aqui no seu devido tempo.

Apenas uma observação quanto ao conteúdo da trilogia: este, Achados e Perdidos, conecta-se muito fracamente com os outros dois, porém o último (Último Turno) é a continuação direta do primeiro. Apesar de ser recomendada a leitura dos três em sequência, este pode ser lido a qualquer momento, inclusive antes do primeiro, sem prejudicar muito o entendimento. Isso na minha opinião, é claro…

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Acertem seus relógios!

Horário de verão começa no dia 15

Começa no próximo dia 15 de outubro o horário de verão 2017. Os relógios devem ser adiantados em 1 hora em 11 Estados das Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. O horário diferenciado termina em 17 de fereveiro de 2018, quando os relógios deverão ser novamente atrasados em 1 hora.

Este ano, o fim do horário de verão chegou a ser avaliado pelo governo depois que um estudo do Ministério de Minas e Energia apontou queda na efetividade do programa, já que o perfil de consumo de eletricidade não estava mais diretamente ligado ao horário e sim à temperatura, com picos de consumo nas horas mais quentes do dia, porém foi definido pela manutenção do horário especial enquanto não se faz uma consulta pública para saber se a população prefere o horário normal ou o especial nessa época.

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Manutenção

Atenção amigos seguidores!

A partir do mês que vem, mais exatamente no dia 22/10/2017, o endereço boxixo.com.br poderá deixar de responder a qualquer momento. Estaremos funcionando normalmente pela página do WordPress no link padrão, que é

boxixo.wordpress.com

Atualize seus bookmarks! E desculpem o incômodo…

Gabera
Admin do Blog do Boxixo

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Stephen King – Mr. Mercedes, sem as partes chatas

Em 2014, Stephen King publicava sua novela Sr. Mercedes, o que seria o primeiro livro de uma trilogia chamada Bill Hodges Trilogy, seguido por Achados e Perdidos (2015) e Último Turno (2016). Nesse ano, mais especificamente em 09/08, estreiou pela rede AT&T (Audience) a série Mr. Mercedes, que tem ido ao ar toda quarta-feira, e no momento em que escrevo este post já teve 3 episódios transmitidos (de um total de 10).

É claro que eu não podia deixar este passar em branco, então resolvi fazer um resumo do livro, que você pode ler clicando aqui. São 400 páginas resumidas em 24, apenas com as partes importantes, como você que já leu outros resumos meus já está acostumado.

Apenas uma observação quanto ao conteúdo da trilogia: o livro do meio, Achados e Perdidos, conecta-se muito fracamente com os outros dois, porém o último (Último Turno) é a continuação direta do primeiro. Apesar de ser recomendada a leitura dos três em sequência, o segundo pode ser lido a qualquer momento, inclusive antes do primeiro, sem prejudicar muito o entendimento. Isso na minha opinião, é claro…

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Resenha sobre Aracaju – de 27/07/2017 a 01/08/2017

Então galera, no final do mês passado aproveitei uns dias de férias no meio do ano para fazer um passeio em Aracaju, onde fiquei de 27/07 a 01/08, e como sempre resolvi compartilhar por aqui minhas experiências e talvez ajudar vocês a definirem o destino de sua próxima viagem.

Como tenho feito das últimas vezes, esta resenha seguirá o formato de tópicos, abordando aspectos gerais, a cidade, o hotel, os passeios e a agência de turismo, com ênfase, é claro, nos passeios (ao menos o que participei). Vamos lá?

ATENÇÃO: como toda resenha postada aqui no blog, esse post é bem longo, detalhado e contém várias imagens.

A seleção do destino

Como eu já havia ido a Natal, João Pessoa (incluindo Pipa) e Maragogi, resolvi desta vez encarar Aracaju porque meu amigo Helder (que inclusive morava em João Pessoa até pouco tempo atrás) já havia ido lá e recomendou.
Fiz a seleção do aéreo pela Gol com 1 mês de antecedência, sendo o vôo de ida comprado em cash mesmo (pela época e pelo horário até que não saiu caro), e o da volta, como quase sempre é quase o dobro do preço do da ida, acabei reativando umas milhas expiradas e comprei via Smiles+Money, o que no final valeu a pena.
Quanto à hospedagem, em princípio pensei em pegar um flat igual fiz em Natal, porém avaliei bem e vi que, sozinho, seria melhor pegar um hotel mesmo, então pesquisei no Booking e encontrei o Hotel Pousada do Sol, que recomendo fortemente (já vou falar melhor dele).
Quanto aos passeios, dei uma pesquisada e encontrei a agência NozesTur, na qual escolhi os passeios a dedo, seguindo a disponibilidade deles e os dias que eu tinha por lá (também já falo mais sobre isso).

O translado (ida e volta)

Nenhum contratempo nesse quesito, nem na ida nem na volta (observando sempre que eu estava em férias, então pude pegar vôos em datas e horários bem mais tranquilos do que quando se pega em temporada ou com pouca disponibilidade de horário, como no caso de feriadões prolongados), com vôo de ida marcado para quinta-feira às 07:40 (chegada às 13:00) e volta na terça-feira às 11:30 (chegada às 17:00). A reserva foi feita cerca de 1 mês antes da viagem e ainda havia bons assentos disponíveis na janela.
Um detalhe a ser observado foi o translado de casa ao aeroporto (e vice-versa), e também do aeroporto ao hotel (e vice-versa): na ida, Curitiba a SJP e também na volta, peguei o bendito Uber e paguei pouco mais de 50,00 o trecho (pelo táxi normal, da última vez paguei quase 150,00 o trecho). Do aeroporto para o hotel peguei o táxi credenciado com preço fechado de 30,00 para a região do hotel, mas na volta peguei um Uber e o valor deu apenas 10,00. Portanto, minha recomendação é: use Uber sempre que possível!

O hotel

Recomendo fortemente o Hotel Pousada do Sol, pois não encontrei pontos negativos na hospedagem (alguns comentários no Booking dão conta de que a região do hotel é ponto de prostituição, mas pelo que observei isso não é exclusividade de lá, e muito menos é “culpa” do estabelecimento). Muito pelo contrário: acomodações extremamente limpas, pessoal atencioso, café da manhã mais que suficiente com várias opções, quarto super confortável (ar condicionado, banheiros, cama enorme, roupa de cama e banho sempre trocados), hotel com piscina (a qual nem deu tempo de aproveitar), WiFi disponível em quase toda a área do hotel, enfim, tudo de bom. O pagamento foi feito apenas no checkin em 2x no cartão de crédito, sem necessidade de adiantamento de valores (porém o Booking exige que você forneça seu cartão em caso de no-show ou cancelamento após o período gratuito).
Um destaque aqui é a presteza dos funcionários: na volta do passeio a Xingó, soube pela guia da NozesTur que o passeio do outro dia para a Praia do Saco havia sido cancelado, me deixando na mão, mas o pessoal do balcão conseguiu em cima da hora, depois de entrarem em contato com uma dúzia de agências, uma van que estava fazendo exatamente este passeio (maiores detalhes mais adiante). Nota 10!

A cidade

Pelo que ouvi falar, Aracaju é a capital com maior qualidade de vida do Nordeste, mas não achei nenhuma notícia oficial que confirme essa informação. Ainda assim, observando a cidade (ou ao menos as regiões que passei, especialmente a orla de Atalaia), realmente me pareceu bem limpa, segura e com pouco trânsito. Quase não vi favelas (diferente da experiência que tive em Recife na ida a Maragogi).

A orla de Atalaia é bem longe da avenida, porém vale a visita devido à extensão da faixa de areia (são vários quilômetros de orla ininterrupta e com diversos quiosques espalhados pela areia, especialmente concentrados perto da Passarela do Caranguejo).

Por ali também tem feirinhas de artesanato próximas à orla, perto de umas praças de alimentação (Passarela do Artesão), e também a Feira do Turista de Aracaju, com diversas barracas de artesanato, produtos locais e uma banda de forró animando a galera.

Na questão gastronômica também tem inúmeras opções, desde restaurantes italianos, chineses, árabes, mas principalmente com frutos do mar, e muitas, muitas tapiocarias. Uma recomendação especial à carne seca do Pitu com Pirão da Eliane, ao escondidinho de camarão do Casquinha de Caranguejo, e à lagosta ao alho e óleo do Rainha da Peixada (que apesar de pequena foi o único petisco de lagosta que achei por lá). Uma experiência negativa que vale comentar aqui foi no Baviera Haus: metade do cardápio não estava disponível, e os caras conseguiram errar na pizza brotinho de margherita…

Preciso comentar aqui que fui ao Mestre Cervejeiro de Aracaju e fui muito bem atendido, tanto pelos responsáveis quanto pelos clientes kkk. Há diversas opções de cervejas artesanais de vários estados, incluindo é claro as importadas, e 2 chopps disponíveis. De lá ainda fui no Patrón com a turma, onde estava rolando uma banda de pop rock internacional, e estava bem divertido.

Uma coisa que vale outra observação aqui é que a cidade venta demais. Na cidade inteira. Inclusive (e talvez até principalmente) nos passeios e locais abertos (não é à toa que as dunas se locomovem a uma velocidade média de meio metro por ano, ameaçando povoados próximos de serem soterrados). Por isso, tenha cuidados especiais com objetos leves como lenços, chapéus e até mesmo óculos.

Os passeios

Como eu disse ali atrás, adquiri os passeios individualmente via NozesTur devido aos poucos dias disponíveis (4) e à escolha a dedo das diversas opções de lazer da cidade e imediações. Abaixo seguem as opções que selecionei e também comentários sobre a agência. DICA: se puder, leve dinheiro em espécie e/ou um cartão de débito, porque quase nenhum ponto dos descritos abaixo aceita crédito.

Crôa do Goré/Ilha dos Namorados

Para começar, já no primeiro dia houve confusão. O horário marcado para o transporte chegar ao hotel era 08:00, porém às 08:30 ainda nada. Resolvi pedir para a recepção ligar para a agência (mais um ponto positivo para o pessoal do hotel), no que descobri que o nome do hotel em meu voucher estava errado! Resolvido isso, a agência tentou sem sucesso entrar em contato com o motorista do ônibus, que já havia saído, então me mandaram um carro da própria agência para me levar ao local, que fica uns 20Km de Aracaju. Apesar dos pesares, problema resolvido.

Quanto ao passeio em si, iniciou na Orla Pôr do Sol, com o pagamento do catamarã (esse era à parte) destino Ilha dos Namorados, que é um grande “banco de areia” (entre aspas porque este é uma ilha mesmo, não submerge) ao sul da Ponte Joel Silveira, sobre o rio Vaza Barris. Não tem muito o que fazer lá, mas existe uma estrutura feita em terra pelo pessoal que administra o catamarã com quiosque, cadeiras de praia, redes sobre o mar e um serviço de porções e bebidas, que também existe no próprio catamarã.
Depois de quase 2 horas lá, saindo da ilha, o destino foi a Crôa do Goré, que nada mais é que outro banco de areia (crôa) que eventualmente fica debaixo d’água conforme a maré, e é lar de milhares de caranguejinhos conhecidos como “goré”. É bem menor que a ilha, mas também conta com um atendimento local (diferente da equipe do catamarã) com petiscos e bebidas. O diferencial, obviamente, são os gorés, aos milhares, que podem ser avistados por quase toda a extensão da crôa.

Considerações: se puder escolher, faça o passeio apenas para a Crôa. Não muda muito e é mais rápido e mais barato que ir até a ilha, que não tem nada de mais a não ser a vista do mar (mas é bom para quem gosta de caminhar e catar conchas). Avistar e seguir os gorés na crôa é uma experiência exótica.

Mangue Seco – BA

Para este passeio o nome do hotel já estava certo, então às 07:40 aproximadamente o ônibus passou para me pegar e partimos para Mangue Seco, que fica no estado da Bahia. Porém, o ônibus vai até o ponto de onde parte a escuna para lá (incluída), quase debaixo da ponte Gilberto Amado sobre o rio Piauí, ainda em Sergipe. Atravessando o rio para o local, coisa de meia hora, a chegada é em um restaurante (incluído), onde se deve reservar o almoço e sair de buggy (não incluído) para a Praia de Mangue Seco, com várias paradas para fotos nas dunas (uma delas com opção de ski bunda) e passando por cenários onde foram gravadas cenas da novela Tieta. Na praia, uma parada de umas 2 horas em um local com quiosques e várias opções de petiscos e bebidas até a hora do almoço (a volta também foi de buggy, mas desta vez direto). No almoço, apenas três opções a la carte (escolhi peixe), que foi mais que suficiente e estava muito bom. Depois foi nos dado uns minutos para passear pelo vilarejo, que tem uma igrejinha e uma loja de souvenirs (“shopping”), e em seguida o retorno a Aracaju.

Considerações: Passeio bem agradável, praias paradisíacas, mar calmo, e muito vento. Para o buggy (passeio obrigatório, já que não há graça nenhuma em ficar no vilarejo onde fica o restaurante) haviam três opções (e preços): direto (sem paradas para foto), turístico (com 5 paradas para foto) e uma última incluindo um passeio por um outro vilarejo onde foram gravadas mais cenas da novela Tieta, que era mais demorado. Como o buggy é para até 4 pessoas e eu estava sozinho (o valor é por carro), acabei achando um casal desnorteado e me juntei a eles, escolhendo a segunda opção, que foi bem bacana, e rachando em 3.

Cânion de Xingó

Este foi de longe o passeio mais demoradode todos, nem tanto pela distância (fica a cerca de 200Km de Aracaju), mas pela estrada, que passa por diversas cidades pequenas com dezenas de lombadas no caminho (a guia comentou que são mais de 100), o que reduz muito a velocidade média do ônibus. Por isso, a saída foi às 06:40, com uma parada em um posto em Ribeirópolis (debaixo de chuva…), e a chegada foi lá pelas 11:30, com mais uma parada já no pé da barragem de Xingó em uma lojinha de curiosidades relacionadas a Lampião, incluindo degustação gratuita de cachaças da região.

A saída do passeio pelo rio São Francisco foi do restaurante Karrancas, onde foi pago o almoço e o catamarã, sendo que eram previstos 1 hora de navegação até o ponto chamado Porto de Brogodó, 1 hora de parada lá e mais 1 hora de volta. Durante a ida, havia um serviço de bordo bem eficiente, e um guia que dava as coordenadas das formações rochosas e outras informações relevantes. No ponto de parada havia 2 piscinas montadas no rio (uma infantil e uma adulto), bem como um mini-passeio opcional de canoa até o local onde foram gravadas cenas da novela Velho Chico, passando por baixo das formações rochosas do local. Tanto na ida quanto na volta choveu diversas vezes, mas no ponto de parada, por incrível que pareça, o tempo estava excelente. Na volta teve o almoço, que é um buffet com diversas opções da culinária local, e para os mais corajo$o$ há três opções de sobrevôo de helicóptero pela região da represa e da usina: 5 minutos, 15 minutos e meia hora. Na volta, com saída às 16:30 (atrasou meia hora devido ao mau tempo e o atraso do helicóptero), foram duas paradas para lanche e banheiro, fora as lombadas, chuva e péssimos motoristas na estrada (que é de pista simples), o que atrasou bastante a chegada: 22:00 em Aracaju.

Considerações:

Apesar da viagem cansativa, que já é alertado em qualquer descritivo deste passeio em qualquer agência, o visual vale a pena. A experiência do catamarã passando pelas formações rochosas naturais e o passeio de canoa na Praia do Brogodó é inesquecível. O serviço de bordo também não é dos piores, e o almoço no Karrancas também é bem razoável (apesar de ser a única opção). Não deixe de provar o sorvete de rapadura oferecido no restaurante (não incluso).

OBS: aqui que o bicho pegou… Na viagem de volta, já quase em Aracaju, fui alertado que o passeio para a Praia do Saco, que seria no outro dia, havia sido cancelado pela agência, mesmo tendo sido pago antecipado. Tive que fazer a maior correria na chegada no hotel, já tarde da noite de domingo (sem sucesso), e acordar cedo na segunda-feira para tentar arrumar um substituto de última hora para o translado, caso contrário ficaria sem atividade. Felizmente a equipe do hotel foi muito solícita e encontraram uma van para a Praia do Saco, mas obviamente tive que pagar novamente. Depois fui ver em sites de avaliações que a NozesTur não é bem recomendada, e não sem motivo. Além disso, enquanto escrevo esta resenha, no dia 13/08, ainda não recebi o estorno do valor pago antecipado pelo passeio que não aconteceu (não graças a eles).

Praia do Saco

Depois do problema com o translado resolvido, combinei com o dono da van o encontro no hotel às 07:40, mesmo horário que seria a saída pela NozesTur. Com mais 3 casais na van, partimos em direção ao destino, que é no litoral extremo sul de Sergipe, ao lado de Mangue Seco. Lá também havia a opção de reservar o almoço no restaurante indicado pelo guia, mas não era obrigatório, bem como o pessoal dos buggys acabou sendo definido por um dos casais que estava na van (era uma indicação de outros clientes, que inclusive deu um bom desconto). O passeio de buggy foi de quase 3 horas, com diversas paradas para foto, e uma em um local com uma espécie de piscina natural, sendo a última na ponta da Praia do Saco, onde o mar com o tempo acabou por derrubar diversas construções do local, deixando apenas ruínas. Depois disso tudo teve o almoço no restaurante Asa Branca (o mesmo grupo da praia de Mangue Seco), por opção minha, e na volta uma parada nas Catadoras de Mangaba (que comercializam diversos produtos à base da fruta, inclusive o sorvete – recomendo) e outra na Lagoa dos Tambaquis, onde é possível alimentar os peixes na mão!

Considerações: Outro passeio bacana, que não depende de escunas e de nenhum tipo de embarcação, paga-se apenas o translado e o restante é opcional (mas convenhamos que ficar apenas no restaurante não tem a menor graça). Nessa época do ano foi possível negociar com o buggeiro um valor mais em conta para 3 pessoas. Quanto ao restaurante, aqui há mais opções que o Asa Branca, mas não me arrependi de ter almoçado lá. Na volta, não deixe de pedir para parar nas Catadoras de Mangaba para provar a fruta e eventualmente comprar as compotas, doces e sorvetes disponíveis, e também na Lagoa dos Tambaquis, caso tenha curiosidade de ver os bichos bem de pertinho. Uma informação importante a ser dada aqui: leve dinheiro vivo e/ou cartão de débito, quase nenhum lugar na Praia do Saco aceita crédito!

Enfim, ficamos por aqui com mais uma resenha do Boxixo. Espero que tenha sido útil!

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Stephen King – A Torre Negra, sem as partes chatas

Conforme avisei ainda hoje, segue abaixo o link para meu resumão da saga A Torre Negra, de Stephen King. Trata-se de toda a obra (7 livros, num total de 4071 páginas) resumidas em apenas 68 páginas, para você que quer saber o que acontece na história mas que não tem tempo para ler todos os livros de cabo a rabo.

Como o outro resumo que já publiquei (do livro Inferno, de Dan Brown), por ser um resumo completo da história, ele é o próprio spoiler, então leia por sua conta e risco. Já tenho pronto também o resumo do livro Jogador Número 1, mas esse vou deixar para publicar mais para perto da estreia do filme, ano que vem (já vi que isso vai virar uma seção aqui do Boxixo 🙂 ).

Clique aqui para acessar o resumo no Google Drive

É claro, recomendo fortemente que você ainda adquira os livros e leia a história toda, porque há elementos de suspense, terror e alguns plot twist que perdem totalmente a graça quando lidas da forma como eu escrevi.

Segue abaixo os primeiros parágrafos, que resumem o primeiro capítulo do primeiro livro (cerca de 80 páginas), apenas como exemplo:

O homem de preto fugia pelo deserto e o pistoleiro ia atrás.

Pistoleiro anda no deserto atrás do “homem de preto” puxando um jumento, em um mundo que “seguiu adiante”.

Pistoleiro encontra Brown com seu corvo Zoltan. O jumento morre. Pistoleiro conta a história que aconteceu em Tull, dias antes.

Pistoleiro chega em Tull, deixa o jumento na estrebaria (Kennerly). Alice (Allie) é a atendente do cabaré (Shebs), que lhe conta a história de Nort, que foi ressussitado pelo “homem de preto” (“Walter das Sombras”) e lhe deixou um papel com a palavra “dezenove”. Pistoleiro vai até Kennerly tentar obter informações sobre o deserto e o que há além dele. Sheb entra no quarto com uma faca enquanto o pistoleiro e Allie estão na cama, pistoleiro quebra os pulsos de Sheb. Fala sobre Mejis, Susan e a noite da Bisca. Pistoleiro vai até a igreja, onde Sylvia Pittston iria falar. Ela fala sobre “o Intruso”. No outro dia, ele vai até a casa de Sylvia para descobrir o que há além do deserto. Depois, vai pegar o jumento para sair da cidade, quando todos os moradores resolvem investir contra ele. Allie havia dito a palavra a Nort, e Sheb a usava como escudo. Pistoleiro mata Allie e começa o tiroteio, no final, não sobra ninguém vivo em Tull, e Nort é removido de uma cruz feita pela população. Pistoleiro vai embora no outro dia.

Pistoleiro (Roland) se despede de Brown no outro dia e segue rumo às montanhas.

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